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15 março 2009
16 de Março de 1974
14 de Março de 1974
Marcelo Caetano recebe Oficiais-Generais dos três ramos das Forças Armadas, numa reunião que ficou conhecida como a "Brigada do Reumático", no intuito de tentar provar que o regime tinha tudo sob controlo.

15 de Março de 1974
Demissão dos Generais Costa Gomes e António de Spínola por se terem recusado a participar na "Brigada do Reumático".

16 de Março de 1974
Tentativa de golpe militar contra o regime. Só o Regimento de Infantaria 5 das Caldas da Rainha marcha sobre Lisboa. O golpe falhou. São presos cerca de 200 militares, alguns deles decisivamente envolvidos na preparação da "Revolução dos Cravos".

A saída em falso do Reg. das Caldas da Rainha a 16 de Março de 1974, como reacção à demissão de Costa Gomes e de Spínola, constituiu o ensaio militar do dia 25 de Abril.
13 março 2009
12 março 2009
ANGOLA – Guerra Colonial
Procura-se
Bom dia ,
Eu sou a Larisa da Silva,23 anos de idade, sou angola natural do Ambriz, Residente na Holanda.
Estive no seu sites e estou procurando um jorge dos Santos ou Jorge Santos o resto do seu nome nao conheço.
Ele é Portugues foi em Angola como militar entre 1969 a 1971 na nao estou enganada. Esteve na provincia do Bengo municipio do Ambriz como militar e dizem q depois foi para Zau Evua. Ja esteve a ver a lista no seu web sites dos portugues q estiveram no Zau Evua mas fica complicado de saber quem ele é porque nao tenho os seus dados completos. Também procuro um senhor Manuel Alexandre q tambem foi militar no ambriz entre 1961 a 1962 no tempo do Tenente Sr. Salgado, patente Alfezes uma caisa assim. Por ultimo procuro o Capitante Joaquim Dinis.
A razao que procuro é q estes senhores ë porque o Jorge é pai da minha Tia(Maria de fatima jorge dos Santos 37 anos), o Manuel Alexandre é meu avo materno pai de (Maria da Conceicao Alexandre 46 anos), Joaquim Dinis pai do meu tio (Manuel Joaquim Dinis da Silva 39 anos).
Todos eles residem em Angola e trabalham na empreza Petrolifica na provincia do Zaire cidade do Soyo.
Envio-te este email porquem penso que o senhor pode ajudar-me a encontrar um destes ex militares portugueses da era colonial que foram para Angola em misao de serviço e fizeram filhos com mulheres Angolanas. Pos os meus parentes nao sabe q eu estou a fazer esta pesquiza.
Seria muito bom que eles revesem os seus pais e mesmo que eles nao se encontrem em vida mas pelos menos conheceriam os seus familiares paternos.
Muito obrigada pela sua atençao e espero que o senhor possa ajudar-me neste sentido.
zarima da silva (larisadasilva@hotmail.com)
08 março 2009
Guerra de Africa - Guerra Colonial
1962. Optar pela Guerra
O terceiro volume da colecção "Os Anos da Guerra Colonial", da autoria de Carlos Matos Gomes e Aniceto Afonso, que que o Correio da Manhã distribui, tem como tema
17 fevereiro 2009
Mensagem
14 fevereiro 2009
De Jose Niza a Zeca Afonso
Em 1969, pouco antes de ir para a guerra, eu tinha composto a música para duas peças do CITAC, encenadas por um dos maiores nomes do teatro europeu e discípulo de Bertold Brecht: Ricard Salvat. A primeira, "A Excepção e a Regra" de Brecht. A segunda, "Castelao e a sua época". Ambas foram proibidas e o Ricard Salvat acabou por ser preso pela PIDE e despejado em Badajoz, no dia em que começou a greve académica de 69. Para esta segunda peça compus muitas canções, entre as quais "Cantar de Emigração", "Emigração", "Para Rosalía". O "Cantar de Emigração" era cantado em Coimbra por toda a malta e rapidamente se tornou um sucesso. De tal forma que hoje conheço mais de trinta versões cantadas em português, galego, castelhano, francês e alemão. Foi nessa altura que verdadeiramente comecei a compor a sério e a ser conhecido no pequeno mundo da música portuguesa.
A versão do "Cantar de Emigração" que o Adriano lançou no seu LP "Cantaremos" (1970), fez o sucesso desse disco e levou o Adriano a escrever-me para a guerra e a pedir-me que fizesse todas as canções do seu álbum seguinte. Mas, mais do que isso, ele e o Zeca propuseram-me ao Sr. Arnaldo para dirigir a produção dos discos Orfeu. De certa forma foi isso que me abriu as portas para tudo o que depois vim a fazer na música portuguesa.
Entretanto o Zeca continuava, anualmente, a semear autênticas obras-primas: "Contos Velhos Rumos Novos" (1969), "Traz outro amigo também" (1970).
E estamos chegados a Agosto de 1971, altura em que regressei da guerra e comecei a trabalhar na produção dos discos Orfeu. Em cima da mesa estavam dois grandes projectos para lançar antes do Natal desse ano: o Zeca iria a França gravar um disco com direcção do José Mário Branco. E o Adriano ficaria em Lisboa (ainda estava na tropa) a gravar comigo o disco que eu tinha composto para ele. Como ambas as gravações foram feitas ao mesmo tempo eu não pude ir a França com o Zeca e fiquei em Lisboa a dirigir o disco do Adriano. Quando o Arnaldo Trindade ouviu os dois discos ficou em estado de choque musical: aquilo era muito mais do que ele sonhara!
23 janeiro 2009
Deficientes das Forças Armadas
Deficientes das FA: aprovado diploma do CDS para comparticipação de todas as despesas com medicamentos
23.01.2009 - 14h22
A maioria PS viabilizou hoje um projecto-lei do CDS-PP que prevê a comparticipação de todas as despesas com medicamentos dos deficientes das Forças Armadas (FA).O diploma, apresentado pela terceira vez na presente legislatura pelo CDS-PP, mereceu os votos favoráveis da oposição e a abstenção do PS, que assim viabilizou o projecto de lei.O diploma repõe a comparticipação do Estado em todos os medicamentos. Actualmente, só eram comparticipados os medicamentos necessários a tratamentos resultantes directamente da deficiência.O presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, José Arruda, que assistiu na galeria às votações parlamentares, congratulou-se com a aprovação do diploma, afirmando que “é um grande dia”.O antigo militar frisou que a mudança era esperada “há dois anos”, data em que o actual Governo mudou a lei.
20 janeiro 2009
13 janeiro 2009
Stress pós-traumático
12 janeiro 2009
Tavira - Sapadores no CISMI -1968



O 3º é de Porto Salvo - Oeiras
Semana de Campo em Moncarrapcho - Tavira - 1968Olá , sou o Dias
Estivemos em Tavira no ultimo curso de Sapadores de 1968, saímos em meados de Dezembro , uns para as Caldas outros para vários destinos, comigo prá Guiné foram o Chiu e o Sergio Fernandes.
Há dias, navegando por aí na NET, encontrei o site do vosso Batalhão, e vi uma foto que me chamou a atenção, era a do acidente que vitimou o Pimenta, consegui identificá-lo pela foto dele que remonta aos nossos tempos.
Lembro-me de alguns nomes do nosso curso, como Rosas, Narciso que penso ser de Leiria, o Sintra,o Grilo que era de Vila Real, Verissimo que era um cromo , coisa mais abandalhada nunca mais encontrei, o Pimenta, e tambem um Amaral, o Serigado que era relojoeiro, e outros que já não me recordo.
Envio-te essas fotos para ver se reconheces alguém, foram tiradas em Moncarrapacho na semana de campo. O Pimenta , esse está bem visivel numa delas.
Ao dispôr
28 dezembro 2008
Generais
Não admira nada. Afinal, só para comandar a GNR havia 12 ou 14. Assim se vai o dinheirinho dos impostos Angola em Guerra, 14 vezes maior que Portugal, não tinha tantos generais como a GNR tinha ou tem. Pode lá ser? | |
Quem passou pela Guerra de África, obrigado, sabe quanto lhe custa saber da existência de situações deste tipo
Apesar da brutal redução do Exército
Portugal tem mais generais do que em 74 ( e na Marinha e na Força Aérea quantos mais "generais" há?
Por Helena Pereira
O exército tem hoje mais 17 generais do que em 1974, altura em que estava empenhado na guerra colonial e em que tinha 42.438 praças para comandar
Em 1974, o número de generais era 41, de acordo com a Resenha Histórico-Militar das Campanhas de África, de Themudo Barata. Hoje, são 58, enquanto as praças diminuíram drasticamente para cerca de 12.500 com o fim da guerra colonial e, mais recentemente, do serviço militar obrigatório.
O Exército tem actualmente 33 generais no ramo, enquanto os restantes estão colocados na GNR, no Ministério da Defesa Nacional, no Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Presidência da República e em São Bento.
No último anuário estatístico do Ministério da Defesa, datado de 2006, o número era ainda mais alto: 65.



