25/05/2018

Angola - quartel dos Dragões de Angola passa a património Nacional

O Quartel dos Dragões de Angola passa a património nacional de Angola

Foto da Internet

O edifício foi construído em 1959 "é um testemunho físico de importantes acontecimentos da história recente" de Angola
O antigo Quartel dos "Dragões de Angola", infantaria a cavalo do Exército português, construído no período colonial no município do Cuíto, na altura conhecido como Silva Porto, foi classificado pelo Governo angolano como Património Histórico-Cultural.
A decisão consta do decreto executivo 58/18 de 20 de abril, assinado pela ministra da Cultura de Angola, Carolina Cerqueira, conferindo a classificação ao imóvel, que ainda alberga funções militares das Forças Armadas Angolanas, na província do Bié.
Em 1966, durante as Guerra Colonial partiram deste quartel no centro de Angola as últimas unidades a cavalo do exercito convencional

Segundo informações do decreto-lei acedido pela Lusa, "o Quartel dos Dragões é um edifício de 1959 e um exemplar do movimento modernista, assim como um testemunho físico de importantes acontecimentos da história recente" de Angola.

Os designados "Dragões de Angola" chegaram a movimentar 400 cavalos
Em 1966, durante a guerra colonial, partiram deste quartel no centro de Angola as últimas unidades a cavalo de um exército convencional, já numa altura em que o país assistia à mecanização completa de meios. Nesse ano foi constituído um pelotão de Dragões (tradicional infantaria a cavalo), integrado no Grupo de Cavalaria n.º 1 (GCav1), com sede em Silva Porto, atual Cuíto, capital do Bié.
O sucesso das unidades criadas para atuar no interior leste de Angola, utilizadas em batidas e no apoio às forças regulares, levou à formação de uma companhia de atiradores de cavalaria dentro do Exército português.
Os designados "Dragões de Angola" chegaram a movimentar cerca de 400 cavalos, importados da Argentina e da África do Sul.

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