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21 julho 2026
06 outubro 2023
QUIXIMBA - BCAC2877 - CCAC2541 - página inacabada
Fotos e textos retirados da Internet
Foi por aqui que nós passamos entre Julho de 1969 e Agosto de 1971
onde esteve sediada a CCAC2541 do nosso batalhão
Depois de um ano no
relativo conforto de Santa Isabel, onde os riscos de guerra eram iminentes mas
as acomodações e abastecimentos bastante seguros e confortáveis, no segundo ano
de comissão fomos transferidos para o Zaire, com características geográficas e
demográficas completamente diferentes. De comum, apenas a hostilidade
mais ou menos disfarçada da população local, distribuída de forma diferente. No
Uíge, pese embora a dispersão das populações provocada pela guerra,
encontrávamos pequenos povoados dispersos, alguns sem qualquer presença militar
ou autoridade civil visível, para além das autoridades tribais. No Zaire isso
não acontecia, e os pouco povoados que vimos colavam-se a unidades militares
estrategicamente distribuídas.
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Tal como nos foi contada, a história de Quiximba começou alguns anos antes no Quanza-Sul, quando uma violenta sublevação dos nativos levou as autoridades a tentar cortar o apoio de retaguarda aos revoltosos, limitando-lhes o acesso às famílias, Mulheres e crianças foram carregadas em vários camiões, e transferidas para mais de 300 km de distância, para uma terra de ninguém, suficientemente isolada para ser fácil o seu controlo. Assim nasceu Quiximba, que, quando lá chegámos, registava uma população de cerca de mil mulheres, outras tantas crianças, e cinco ou seis dezenas de homens, maioritariamente velhos. Estava naturalmente instalada uma economia de sobrevivência, onde as mulheres retiravam das lavras os géneros de que subsistiam. Dinheiro só entrava de duas maneiras: o pagamento da lavagem de roupa pela tropa, e a venda de farinha de mandioca ao comerciante branco, que em troca lhes fornecia as outras poucas outras coisas de que dependiam. Cada quilo de farinha era vendido a um escudo e, para a maioria, era o resultado do dia de trabalho que restava depois das lavras e dos filhos |
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Cada militar pagava
mensalmente umas dezenas de escudos pela lavagem da pouca roupa que mudava
regularmente, e sendo um trabalho leve, principescamente pago pelos padrões
locais, a disputa de clientes era feroz. Um milhar de mulheres disputava uma
centena de homens... |
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A chegada a Luanda aconteceu, naturalmente e no meio de grande expectativa.
Uma grande parte da cidade era visível do “Vera Cruz”, e já na altura, era uma cidade que se aprese
ntava com grandes edifícios e a sua linda marginal e a ilha (restinga) com praia para o lado da marginal e para o Atlântico, lindíssima e de águas quentes.
Durante a viagem e durante a noite fomos tomando consciência de que o primeiro homem tinha chegado à Lua.
Assim, ficará como marca, para sempre na nossa memória a nossa chegada a Luanda e o primeiro homem à Lua.
Pela manhã do dia 21/07/1969 o “Vera Cruz” encostou o seu casco de aço, já com alguns anos de viagens por esses mares de África, no porto da então Luanda.
Ao colocar o pé em terra de Angola, era dado o sinal de partida para uma longa e penosa maratona de 2 anos consecutivos nas matas do Norte de Angola.
Seguiu-se o desembarque, a ida para o Grafanil, um imenso e complexo campo militar, que servia acima de tudo como local de chegada e partida das diversas unidades militares que passavam por Angola
Foram as vacinas, contra a doença do sono, dadas em quantidade e em função do peso de cada um de nós, e, curiosamente, à sombra de um enorme embondeiro.
O desembarque, a ida para o Grafanil em comboio, tal qual como na 2ª guerra, para um campo militar que servia de “campo de expedição” de todas quanto chegavam a Angola e por aí aguardavam uns dias até à sua saída para os aquartelamentos onde muitos chegavam e também muitos não regressavam.
Recordemos o transporte efectuado em camiões de transporte de mercadorias, com enormes taipais, com os militares dispersos por entre as suas bagagens.
Primeira paragem em Ambrizete, com uma bela praia e o célebre Brinca na Areia, depois Tomboco, onde deixamos parte dos companheiros da CCS e da CCaç 2542 que seguiu a caminho do Norte, para o isolado acampamento do Lufico.
Todos os outros foram seguindo, picada fora, até Quiximba, ai ficou a 2541, outros para Zau Evua, o Comando do Batalhão e parte restante da CCS e a CCaç 2543.
Assim ficou distribuído nesta fase inicial o BCaç 2877: ZAU ÉVUA, TOMBOCO, LUFICO, QUIXIMBA, QUIENDE
21 julho 2023
22 julho 2022
21 de Julho de 1969 - Primeiro dia no Grafanil
Transcrição do comentário do João Pereira no nossom e no dele blog do Bcac2877
""João Pereira
Uma boa tarde para o amigo, Braz Gonçalves, eu desejo que estejas bem de saúde na companhia da família e amigos. Eu vi a foto lá do Grafanil, onde nós chegamos a 21 de Julho de 1969.
E nesse dia nós deram a comer frango com arroz e muito caril, que causou um grande alvoroço. Poucos comeram. Estávamos enjoados da viagem e com tanto calor que fazia e não estávamos acostumados ao caril.
É sempre bom recordar os tempos que já lá vão.
Também a dormir em cima da laje de cimento, não foi nada fácil, mas tivemos que aguentar e cara alegre. Abraços para todos os combatentes e especialmente para os do Batalhão de Caçadores 2877.
Muita saúde para todos nós
Abraços.""
Luanda - 21 a 25 de Julho de 1969
Em Luanda no Grafanil
De 21 a 25 de Julho de 1969 o Comando e o Estado Maior do Batalhão, comandantes de companhia e opessoal respectivo que desempenha funções de primeiro sargento, contactaram com as várias repartições e chefias dos serviços a fim de serem esclarecidos sobre a situação e sobre os principais problemas inerentes às funções na RMA.
Durante esse período os praças tiveram instrução no Campo Militar do Grafanil, nomeadamente instrução de tirio e receberam armamento e equipamento individual
Na Historia da Unidade do BCAC2877
21 julho 2022
21 de Julho de 1969 - Luanda - Grafanil
a 21JUL69, tendo sido transportado em caminho de ferro para o Campo Militar do Grafanil,
onde se efetuou a formatura geral de todas as forças desembarcadas.
S. Exa. o General Comandante da RMA- General Edmundo Luz Cunha - (Região Militar de Angola), passou revista às forças em parada, seguindo-se o desfile.
O Batalhão ficou instalado no Campo Militar do Grafanil. (até 26JUL69)
21 de Julho de 1969 - BCAC2877 chega a Luanda a bordo do Vera Cruz momen tos antes de atracar
19 julho 2022
BCAC2832 - rendido pelo BCAC2877 - as mortes pelo IN na zona do Tomboco e Lufico
Barata da Silva, Vice-Comodoro
HONRA E GLÓRIA
Fontes:
5.º Volume, Tomo I, da RHMCA / CECA / EME
7.º Volume, Tomo I, da RHMCA / CECA / EME
Jornal do Exército, ed. 120, de Dez1969


Prémio Governador-Geral de Angola

João Pedro Batista Carrilho, Soldado de Infantaria, n.º 06909967.
Mobilizado pelo Regimento de Infantaria 2 (RI2 - Abrantes) para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola integrado na Companhia de Caçadores 2306 (nota) do Batalhão de Caçadores 2832 «EXCELENTE E VALOROSO», no período de 13 de Janeiro de 1968 a 3 de Março de 1970.

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 17 - 3.ª série, de 1969:
Por Portaria de 29 de Abril de 1969:
Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Medalha de Prata de Valor Miliar, com palma, nos ter-mos do artigo 7.º, com referência ao § 1.º do artigo 51.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, o Soldado n.º 06909967, João Pedro Batista Carrilho, da Companhia de Caçadores n.º 2306/Batalhão de Caçadores n.º 2832 — Regimento de Infantaria n.º 2, pela sua brilhante conduta durante uma forte emboscada inimiga à coluna de reabastecimento onde seguia.
Tendo o inimigo, em número muito superior, causado inicialmente pesadas baixas às nossas tropas entre as quais o comandante do grupo de combate [Furriel Mil.º de Infantaria Rui Joel Vilhena de Mascarenhas], o soldado Carrilho apercebendo-se da situação, apesar de ferido no tórax por um estilhaço de granada, iniciou imediatamente ajustado tiro de morteiro sobre os vários locais onde estava o inimigo, indiferente ao seu ferimento que sangrava e sem se perturbar com o fogo nutrido que varria toda a zona onde se encontrava. Após ter esgotado as granadas de morteiro, deslocou-se à frente da coluna e vendo que uma metralhadora se encontrava encravada, subiu para a viatura Berliet onde estava acoplada, desmontando-lhe a culatra, tendo ainda feito alguns tiros com ela, até que de novo se encravou. Verificando que o inimigo não abrandava o ímpeto do ataque, pretendendo mesmo passar ao assalto, foi procurar o lança-granadas foguete de que passou a ser apontador.
Sempre debaixo de fogo, demonstrando extraordinária abnegação, capacidade de sofrimento, iniciativa, desprezo pelo perigo, foi em seguida buscar a bolsa de maqueiro, visto o enfermeiro ser uma das nossas baixas, e ele próprio começou a tratar e colocar talas e pensos nos seus camaradas feridos e que urgia socorrer, apenas consentindo o seu tratamento e evacuação após a chegada de reforços.A serena energia debaixo de fogo, extraordinária valentia, coragem, decisão e sangue-frio deste Soldado, foi absolutamente decisiva numa situação muito crítica para as nossas tropas, permitindo até inverter a situação, repelindo e causando muitas baixas ao inimigo e captura de material, embora o seu grupo de combate logo de início ficasse reduzido a menos de metade dos seus combatentes.
Pela generosidade demonstrada, rara abnegação, coragem e valentia bem patentes em combate e no mais alto grau, merece o Soldado Carrilho ser apontado como nobre exemplo de virtude militares do Soldado Português e de dedicação à Pátria.
Ministério do Exército, 29 de Abril de 1969.
O Ministro do Exército, J. M. de Bethencourt Rodrigues.
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Nota

Batalhão de Caçadores N.º 2832
Identificação:
BCac2832
Unidade Mobilizadora:
Regimento de Infantaria 2 (RI2 — Abrantes)
Comandante:
Tenente-Coronel de Infantaria Pedro Barcelos
2.º Comandante:
Major de Infantaria Élio Pires Afreixo
Oficial de Informações e Operações/ Adjunto:Major de Infantaria Luís dos Santos Rafael
Comandantes de Companhia:
Companhia de Comando e Serviços (CCS):
Capitão do Serviço Geral do Exército José Mateus Cardoso
Companhia de Caçadores 2306 (CCac2306):
Capitão de Infantaria José Augusto Serra Pinto
Capitão de Infantaria António Augusto Pinto da Cunha Leal
Capitão de Infantaria José Augusto Serra Pinto
Companhia de Caçadores 2307 (CCac2307):
Capitão de Infantaria António Augusto Pinto da Cunha Leal
Capitão de Infantaria Manuel Estevão Maninho da Silva Rolão
Capitão de Infantaria António Augusto Pinto da Cunha Leal
Companhia de Caçadores 2308 (CCac2308):
Capitão Mil.º de Artilharia Fernando Manuel de Lemos Campeão Silveira
Divisa:
"Excelente e Valoroso"
Partida:
Embarque no dia 4 de Janeiro de 1968, no NTT «Vera Cruz»; desembarque em Luanda no dia 13 de Janeiro de 1968.
Regresso:
Embarque no dia 3 de Março de 1970, no NTT «Uíge»; desembarque em Lisboa no dia 14 de Março de 1970
Síntese da Actividade Operacional
O Batalhão de Caçadores foi inicialmente destinado ao subsector de Tomboco, no Sector F, da ZIN (zona de intervenção norte), onde rendeu o Batalhão de Caçadores 1903 (BCac1903), tendo assumido a responsabilidade da Zona de Acção em 28 de Janeiro de 1968.O dispositivo adoptado foi o seguinte:
Comando, Companhia de Comando e Serviços (CCS) e Companhia de Caçadores 2308 (CCac2308 em Tomboco, a
Companhia de Caçadores 2306 (CCac2306) em Lufico, a
Companhia de Caçadores 2307 (CCac2307) em Zau-Évua.
Como reforços, o Batalhão de Caçadores dispôs da
Companhia de Artilharia 1658 (CArt1658) em Quiaia e da Companhia de Artilharia 1700 (CArt1700) em Quiende, esta substituída em Junho de 1969 pela Companhia de Caçadores 2530 (CCac2530).A partir de 25 de Junho de 1968, em virtude duma remodelação de dispositivo, o Comando e CCS deslocaram-se para Zau-Évua, uma vez que Tomboco deixou de pertencer à zona de acção; por idêntico motivo, a Companhia de Artilharia 1658 (CArt1658) deixou de reforçar o Batalhão de Caçadores e a Companhia de Caçadores 2308 (CCac2308) rodou para Quiximba.
Em 1 de Julho de 1968, passou esta zona de acção a designar-se por subsector de Zau-Évua.
O inimigo utilizava a zona de acção como passagem para a zona fulcral dos Dembos. Todavia, manifestou-se com alguns grupos numerosos e bem armados, montando fortes emboscadas às Nossas Tropas, no terreno ou a colunas auto, como no dia 9 de Agosto de 1968 (nota1), em Buene, onde causou às Nossas Tropas sensíveis baixas.Em 5 de Setembro de 1968 (nota2), montou nova emboscada na estrada Lufico-Tomboco, na região de Fumanzi, com cerca de 200 elementos inimigos, fortemente armados e municiados, que provocaram às Nossas Tropas muito graves baixas; em qualquer das acções mencionadas, a reacção causou ao inimigo baixas igualmente graves. Refere-se ainda a eficaz e rápida reacção a outro ataque inimigo em 28 de Abril de 1969, que frustou o propósito propagandístico traduzido na presença de jornalistas e cineastas, que acabaram por constatar uma precipitada fuga, com baixas.
Para lá de intensos e permanentes patrulhamentos, emboscadas e escoltas, o Batalhão de Caçadores construiu os aquartelamentos de Quiximba e Zau-Évua, abriu inúmeras picadas construiu pontões e instalou novos povoados, com populações apresentadas em Quiende e Quiximba.De 21 de Julho a 8 de Agosto de 1969, o Batalhão de Caçadores foi rendido pelo Batalhão de Caçadores 2877 (BCac2877), deslocando-se para o sector de Malanje, onde rendeu o Batalhão de Caçadores 1919 (BCac1919), tendo assumido a responsabilidade da zona de acção em 8 de Agosto de 1969.
Na cidade de Malanje aquartelaram o Comando e Companhia de Comando e Serviços (CCS); as Companhias de Caçadores 2306, 2307 e 2308 ocuparam respectivamente Nova Gaia, Forte República e Marimba; como reforços, o Batalhão de Caçadores recebeu a Compania de Caçadores 2335 (CCac2335) em Malanje, a Companhia de Caçadores 1102 do Regimento de Infantaria 20 (CCac1102/RI20- Guarnição Normal) em Quela e a Companhia de Artilharia 2337 (CArt2337) em Luquembo, além de alguns grupos de GE (Grupos Especiais).
A ameaça de infiltrações levava a constante acção de vigilância e patrulhamentos de contacto com as populações. Todavia nesta zona de acção, onde o inimigo não se manifestava, foi obtido êxito contra uma coluna que atravessava o sector desde a Lunda para os Dembos; com efeito, essa coluna foi totalmente eliminada na operação "Carnaval", tendo sido capturadas 19 armas automáticas, das quais 2 metralhadoras ligeiras, 1 lança-granadas foguete, dezenas de granadas e minas de todos os tipos e milhares de cartuchos para armas ligeiras, para além de volumoso e variado material sanitário e de intendência.
Em 26 de Fevereiro de 1970 o Batalhão de Caçadores foi rendido pelo Batalhão de Caçadores 2859 (BCac2859).
Nota1:
9 de Agosto de 1968 - Tombou em combate na estrada Tomboco - Ambrizete:
Rui Joel Vilhena de Mascarenhas
Rui Joel Vilhena de Mascarenhas, Furriel Mil.º de Infantaria, n.º 03678465, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia da Sé Nova, concelho de Coimbra, filho de Joel Esteves de Mascarenhas e de Albertina Antónia Vilhena de Mascarenhas, solteiro.Está inumado no cemitério do Alto de São João, em Lisboa.
Agraciado com a Medalha de Prata de Valor Militar, com palma, a título póstumo.
Nota2:
5 de Setembro de 1968 - Tombaram em combate no Lufico, perto do rio Fumazi:
Agostinho Soares Ferreira Dias
Agostinho Soares Ferreira Dias, 1.º Cabo Auxiliar de Enfermeiro, n.º 09333867, da CCac2306/BCac2832, natural da localidade de Outeiro, da freguesia de Arrifana, concelho de Santa Maria da Feira, filho de Manuel Ferreira Dias e de Lucinda Soares Mota, solteiro.Está inumado no cemitério da freguesia de Arrifana, concelho de Santa Maria da Feira.
António Augusto Proença de Almeida Trindade
António Augusto Proença de Almeida Trindade, Alferes Mil.º Atirador, n.º 08194365, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia e concelho do Entroncamento, filho de António de Almeida Trindade e de Maria da Anunciação de Sousa Proença de Almeida Trindade, Solteiro.Está inumado no cemitério do Lumiar, concelho de Lisboa
António Luís de Jesus Alves
António Luís de Jesus Alves, Soldado Condutor Auto Rodas, n.º 09906867, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia e concelho de Cascais, filho de Luís Valério Alves e de Maria de Jesus Alves, solteiro.Está inumado no cemitério da Guia, em Cascais
Carlos Alberto Flores Dias
Carlos Alberto Flores Dias, 1.º Cabo Atirador, n.º 00935867, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia de Águas Belas, concelho de Ferreira do Zêzere, filho de Carlos Flores Dias e de Elvira da Conceição, solteiro.Está inumado no cemitério da freguesia de Águas Belas, concelho de Ferreira do Zêzere.
Henrique Tavares Fé
Henrique Tavares Fé, Soldado Atirador, n.º 06422567, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia de Alegrete, concelho de Portalegre, filho de Isidoro Jesus Fé e de Maria Rosa Tavares, solteiro.Está inumado no cemitério municipal de Campo Maior
Joaquim do Rosário Carrilho
Joaquim do Rosário Carrilho, Soldado Atirador, n.º 05424667, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia da Nossa Senhora da Graça, concelho de Nisa, filho de Adelaide da Cruz Carrilho, casado com Maria Carlota Mourato Salgueiro.Está inumado no cemitério de Nisa.
Manuel António da Conceição
Manuel António da Conceição, Soldado Atirador, n.º 0565767, da CCac2306/BCac2832, natural da freguesia de São João, concelho de Abrantes, filho de António José e de Maria da Conceição, solteiro.Está inumado no cemitério da freguesia de Alferrarede.
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21 julho 2020
21 de Julho de 1969 - chegada a Luanda
09 junho 2020
10 de Junho do antigamente
09/06/2018
10 de Junho de 2018 - Açores
Hoje nos Açores
Após cerca de 15 minutos de banho, o chefe de Estado tirou dezenas de fotografias com outros banhistas e elogiou a temperatura da água, “nos 21, 22 graus”, acima dos 14 com que tomou “nas últimas vezes” no continente.
As comemorações do 10 de Junho, que se prolongam até segunda-feira entre os Açores e os Estados Unidos da América, começaram hoje em Ponta Delgada, com o Presidente da República e o primeiro-ministro juntos desde o final da tarde.
O Presidente da República está desde cerca das 17:30 locais no Palácio de Sant’Ana para a apresentação de cumprimentos pelo corpo diplomático acreditado em Portugal, seguindo-se uma receção comemorativa do 10 de Junho, oferecida pelo presidente do Governo Regional, Vasco Cordeiro, e onde já estará presente o primeiro-ministro, António Costa.
Juntos, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa assistirão, já à noite, a um concerto na igreja paroquial de São José e a um espetáculo de fogo de artifício, os dois últimos pontos da agenda de hoje das comemorações oficiais do 10 de Junho, que só vão terminar na segunda-feira, nos Estados Unidos, com passagens por Boston e Providence.
Em 2016, ano em que tomou posse como chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa lançou um modelo inédito de comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, acertado com o primeiro-ministro, em que as celebrações começam em território nacional e se estendem a um país estrangeiro com comunidades emigrantes portuguesas.
Nesse ano, o Dia de Portugal foi celebrado em Lisboa e Paris e, em 2017, no Porto e nas cidades brasileiras do Rio de Janeiro e São Paulo.
Este ano, cabe aos Açores, mais concretamente a Ponta Delgada, receber a primeira parte das comemorações, viajando depois o Presidente da República e o chefe do executivo para os Estados Unidos, país onde vivem cerca de 1,4 milhões de portugueses e luso descendentes, estimando-se que 70% sejam de origem açoriana.
Contudo, será ainda em Ponta Delgada, no domingo, que se fará a tradicional Cerimónia Militar Comemorativa do Dia de Portugal, que contará com a participação de mais de mil militares dos três ramos das Forças Armadas.
10/06/2019
10 de Junho
11/06/2010
10 de Junho e a Guerra de África
Visitámos pela primeira vez este ano as comemorações, junto ao monumento dos Combatentes que fica situado junto das antigas instalações onde funcionava o SPM- Serviço Postal Militar no tempo da Guerra de África.
Já por lá tínhamos passado, tendo os nomes dos mortos em combate inscritos na momumental lápide que contorma em meia lua toda a parte posterior do monumento. Recordamos os nomes de nossos antigos companheiros que deixaram a vida em África numa luta inglória que a todo o momento a história no ensinava que não haveria victória possível contra aqueles povos por meios militares. Os livros e a história de lutas de outras nações, demonstraram isso mesmo.
Neste dia 10, fomos lá, com o intuto de observa o que por lá se passava.
A guerra deixa sempre consigo muitos saudosistas. Nacionalistas, defensores da pátria ou apenas e só dos ideais da guerra.
Pensamos que por lá, andaram ex-combatentes.
Misturaram-se todos. Encontraram-se amigos e companheiros desses tempos. Nota-se que alguns não passam um ano sem por ali passarem, usando o simbolo mais distinto e coerente de qualquer ex-militar obrigado a ir para a guerra mesmo contra os seus ideais e as suas vontades, as boinas.
Havias das várias cores que então se usavam nas nossas forças armadas. Ostentavam os simbolos das suas antigas unidades e das armas que representaram.
Alguns, já bem consumidos pela idade e pelas dienças.
Muitos, ostentavam garbosos as condecorações que ainda merecem ter ao peito pelos feitos que fizeram, pelos actos que praticaram
As cerimónias estavam ainda longe de começar.
Ao ver uma cidadã com pouco mais de 30 anos com uma camisa verde e o simbola da Mocidade Portuguesa, (“bufa” era assim que chamavam na escola onde andei ao tempo), achei que era tempo de passear para outras bandas.
Ao fim do dia, fiquei naturalmente satisfeito por saber que este ano, os antigos combatentes tiveram o “direito” a estarem representados e em primeira linha, na parada militar que habitualmente abre as cerimónias oficias do 10 de Junho em cada ano.
Merecem por dever.
Representaram as cores da sua bandeira em guerra, com a importância suberba de hoje poderem recordar ao militares “profissionais” que para foram atirados por obrigação e não por profissão.
A minha vida nunca mais foi igual a partir do dia que embarquei até hoje mesmo – já lá vão quase 40 anos.
Um grande abraço a todos esses, porque infelizmente tambem fui um deles. ( Parquedospoetas)
08/06/2018
10 de Junho de 2017
09/06/2018
10 de Junho - ex-combatentes
10/06/2010
10 de Junho
21/03/2014
Guerra no Ultramar - ano de 1963
Amílcar Cabral com guerrilheiras do PAIGC
Janeiro
18
Debate pelo Governo português de um projecto de Lei Orgânica do Ultramar.
23
Início da luta armada na Guiné, com um ataque ao quartel de Tite pelo PAIGC.
Fevereiro
Expulsão dos portugueses residentes na Serra Leoa e proibição de importação de mercadorias portuguesas, por causa da política colonial de Portugal
Organização, pelo Comité Político da FLN da Argélia, do Dia de Angola, como apoio à independência
4
Início da 3.ª Conferência de Solidariedade Afro‑Asiática na Tanganica, presidida por Julius Nyerere, em que foi pedido o boicote económico e diplomático contra Portugal
21
Encontro de Salazar com dois enviados do presidente Youlou, do Congo-Brazzaville, que se propõe mediar uma solução para o problema angolano
Março
Captura, por guerrilheiros do PAIGC, dos navios Mirandela eArouca perto de Cacine, que mais tarde utilizou para transporte de pessoal e material na Guiné-Conacri
Reuniões da Comissão de Descolonização da ONU, atribuindo prioridade aos territórios sob administração portuguesa
Deserção do piloto militar português Jacinto Veloso, que aterrou com o seu avião na Tanzânia
1
Publicação de um conjunto de decretos com vista à formação de um mercado único português
10
Declaração de Amílcar Cabral em Paris sobre a disponibilidade de o PAIGC suspender a luta, se Portugal quisesse solucionar pacificamente o problema colonial
13
Contestação do Governo português à competência da Comissão de Descolonização da ONU para decidir sobre os territórios ultramarinos de Portugal
15
Comemoração, pela UPA, em Leopoldville, do segundo aniversário do início das hostilidades em Angola, com a presença do primeiro‑ministro congolês
Aníbal São José Lopes assume a direcção da PIDE em Angola
21
Demissão de dez oficiais, em consequência dos acontecimentos da Índia
Abril
Atribuição, a vários militares, do Prémio Governador‑Geral, instituído pela TAP, pelas acções valorosas em defesa de Angola
Tentativa, por parte do MPLA, de reactivar a acção da ATCAR, Associação dos Quiocos do Congo, Angola e Rodésia
3
Anúncio, por Franco Nogueira, da intenção de negociar um pacto de não‑agressão com os países limítrofes de Angola e outros países africanos
9
Comunicado oficial do Governo do Senegal sobre o bombardeamento efectuado por quatro aviões portugueses a uma aldeia fronteiriça, sendo o assunto comunicado ao Conselho de Segurança da ONU
11
Publicação da Encíclica Pacem in Terris do Papa João XXIII com referência explícita à independência de todos os povos
20
Reunião Internacional da Juventude em Argel, com a presença de representantes de Angola
Maio
Entrevista de Mário de Andrade, do MPLA, ao jornal Le Monde, em que afirma ser indispensável e decisivo o isolamento total de Portugal
François Mendy, presidente da Frente de Luta pela Independência da Guiné (FLING), preconiza uma conferência para o reagrupamento de todos os movimentos nacionalistas das colónias portuguesas 1963.05 Comandante Vasco Rodrigues, governador?geral da Guiné
Conferência entre Peterson, representante da UPA, e o presidente Kaunda em Elisabeteville sobre a possibilidade de a UFA utilizar o território da Rodésia do Norte (actual Zâmbia) como base
Nomeação de João Eduardo como representante permanente do MPLA em Argel
Tentativa de desmantelamento por parte das autoridades portuguesas de uma organização da Frelimo no Norte de Moçambique
Reunião do Comité Executivo da União Internacional dos Estudantes (UIE) em Argel, em que é apresentado um relatório sobre a situação em Angola
25
Fundação da Organização de Unidade Africana (OUA) pelos chefes de 30 Estados independentes de África reunidos em Adis Abeba
28
Anúncio, pela NATO, da instalação em Portugal da base de comando da Zona IberoAtlântica
29
Recepção de Franco Nogueira por Kennedy e Dean Rusk
Junho
Corte de relações diplomáticas da República Árabe Unida com Portugal devido à política colonial portuguesa
Assalto à sede do MPLA, em Leopoldville, pela polícia congolesa, que prende Agostinho Neto e Lúcio Lara
7
Declaração do secretário de Estado para os Assuntos Africanos dos Estados Unidos, segundo a qual os interesses estratégicos dos EUA exigem a continuação da cooperação com Portugal
10
Fundação, pelo MPLA, da Frente Democrática de Libertação de Angola (FDLA)
Primeira cerimónia do Dia da Raça realizada no Terreiro do Paço, em Lisboa, de homenagem às Forças Armadas
30
Passagem das acções do PAIGC para norte do rio Geba
Julho
Declarações do abade Youlou, presidente do CongoBrazaville, em Paris, sobre conversações acerca da efectivação de eleições em Angola, solução contestada pela FNLA
Criação em Leopoldville da Frente Democrática para a Libertação de Angola, sob a presidência de Agostinho Neto, constituída pelo MPLA e outros pequenos partidos 1963.07 Reconhecimento exclusivo do GRAE e da FNLA, chefiados por Holden Roberto, pelo Governo do Congo‑Leopoldville (República Democrática do Congo) com reacções negativas de alguns países africanos
Decisão da Libéria de expulsar portugueses residentes no seu território, com excepção dos que solicitarem estatuto de refugiados
Corte de relações diplomáticas do Senegal com Portugal, com proibição de circulação de pessoas e mercadorias na fronteira com a Guiné
Notícia do Le Monde sobre um contacto de Benjamim Pinto Buli, secretáriogeral da União dos Naturais da Guiné (UNGP) com as autoridades portuguesas para a criação de um regime de autonomia interna
Utilização, pelo PAIGC, da primeira mina anticarro, na estrada Fulacunda-São João
1
Debate, em Brazzaville, entre os movimentos nacionalistas angolanos no sentido da formação de um Comité de Coordenação
Início da Conferência Internacional de Instrução Pública, em Genebra, em que é aprovada uma moção que pede a exclusão de Portugal por causa da sua política colonial
10
Início dos trabalhos de uma comissão de boa vontade nomeada pelo Comité de Libertação Africano no sentido de tentar unir os esforços dos movimentos de libertação angolanos
13
Reconhecimento do GRAE pelo Comité de Libertação da OUA (Organização de Unidade Africana)
Início da visita a Leopoldville de uma missão da OUA, que recomenda aos países africanos o reconhecimento do GRAE e o apoio à FNLA
16
Encontro de Salazar com Benjamim Pinto Buli, dirigente de uma das facções da FLING
22
Crítica de Mário de Andrade à formação da Frente Democrática de Libertação de Angola pelo MPLA
24
Encontro entre o presidente do Congo-Brazzaville, Youlou, e o embaixador português em Paris sobre um programa para a realização de eleições em Angola
27
Exclusão de Portugal da Comissão Económica para África (CEA), organismo da ONU
31
Oposição dos Estados Unidos, França e Grã-Bretanha, no Conselho de Segurança da ONU, à aplicação de sanções contra Portugal
Resolução do Conselho de Segurança da ONU que rejeita o conceito português de «províncias ultramarinas», decidindo que a situação perturbava seriamente a paz e a segurança em África, apelando a Portugal para reconhecer o direito de autodeterminação e independência
Agosto
Congresso dos partidos nacionalistas de Cabinda em Ponta Negra, com a presença do presidente Youlou, do Congo-Brazza, onde se formou a Frente de Libertação de Cabinda
Carta de Salazar ao primeiro-ministro sul-africano pedindo cooperação e lembrando que «estamos quase sós em África», explicando que ou o bastião português resistia ou a guerra atingiria a África do Sul
Reconhecimento do GRAE de Holden Roberto pela Tunísia, Argélia e Marrocos
Convite de Portugal ao secretário-geral da ONU para visitar Lisboa, a fim de tratar das questões da política portuguesa em África
Concessão, pelo Governo português, à Pan American International Oil Corporation, da prospecção de petróleo em Moçambique
10
Crítica do marechal Craveiro Lopes a alguns aspectos da política ultramarina
12
Discurso de Salazar sobre o problema do ultramar, que teve grandes repercussões internacionais e levou os nacionalistas a reafirmarem a continuação da luta
23
Interdição do espaço aéreo do Senegal a aviões procedentes ou destinados a Portugal e à África do Sul
Cerimónia de apoio dos generais e oficiais superiores a Salazar e à política ultramarina
27
Manifestação nacional no Terreiro do Paço, em Lisboa, de apoio à política ultramarina do Governo, que serviu de base à legitimidade da política de defesa ultramarina do Governo português
29
Início das conversações de George Ball, representante americano, com Franco Nogueira e Salazar, em Lisboa, em que se evidenciam as divergências relativamente aos conceitos de autodeterminação e do factor tempo no problema africano
30
Encontro de George Bali, subsecretário de Estado americano, com Salazar, sendo debatida a atitude americana face à política colonial e a presença dos EUA nos Açores
Setembro
Reconhecimento do GRAE de Holden Roberto pelo Senegal
Conferência de imprensa, no Rio de Janeiro, de Jorge Goinola, representante do GRAE, acompanhado de Humberto Delgado
Utilização pela FNLA, na região de Noqui, Norte de Angola, de minas AC MK7 e granadas de mão Societa Romana
Conflito entre a FNLA e a FNLEC por causa de declarações sobre o enclave de Cabinda
Condenação, pelo VIII Congresso Internacional Socialista, dos países que persistem em oprimir os povos coloniais, como Portugal 1963.09.16 Início de uma visita de Américo Tomás a Angola
23
Chegada do ministro da Defesa, general Gomes de Araújo, a Moçambique para uma visita ao território
Outubro
Utilização pelos nacionalistas de Angola do seguinte armamento: granadas de morteiro 60, LG anticarro AC-P27(checo), LG RPG2 (russo), canhão sem recuo 57 (chinês) e canhão sem recuo 75 (chinês)
Realização da XVIII Assembleia Geral da ONU, em que os países afro-asiáticos atacam a política colonial portuguesa
Realização de conversações entre representantes portugueses e africanos, promovidas por U'Thant, secretário-geral da ONU, que virá a apresentar um relatório ao Conselho de Segurança sobre estas conversações
Anúncio, em Leopoldville, do recomeço da ofensiva no interior de Angola por parte do Exército de Libertação Nacional de Angola (ELNA), da FNLA
3
Posse, em Bissau, do novo secretário-geral da província da Guiné, James Pinto Buli
4
Conferência de imprensa do Quartel-General de Luanda para comunicação da situação militar em Angola
16
Início de conversações entre Portugal e alguns países africanos, sob a égide da ONU, que incidiram, sem acordo, no sentido e no alcance do conceito de autodeterminação
17
Decisão do Governo português de considerar os crimes previstos na legislação militar, como cometidos em tempo de guerra
Novembro
Reorganização do MPLA, com ligação ao Corpo Voluntário Angolano de Auxílio aos Refugiados (CVAAR) e da União Nacional dos Trabalhadores Angolanos (UNTA)
2
Encerramento da sede do MPLA em Leopoldville e proibição da actividade do movimento no Congo
7
Recepção de Franco Nogueira por Kennedy
8
Debate na Comissão de Curadorias da ONU, sendo pedido ao Conselho de Segurança que se ocupe com urgência da situação nos territórios portugueses
22
Assassínio do presidente Kennedy, nos Estados Unidos da América
Dezembro
Primeiras actividades operacionais na Zona Militar Leste, em Angola
Intervenção de Henrique Galvão na ONU sobre a «questão ultramarina portuguesa»
3
Resolução da Assembleia Geral da ONU, a solicitar ao Conselho de Segurança a adopção das medidas necessárias à execução das suas resoluções relativas aos territórios sob administração portuguesa
6
Declaração pública dos Estados africanos participantes nas conversações com Portugal, em que se lamenta o facto de não ter modificado minimamente os princípios fundamentais da sua política, tornando impossível qualquer conversação séria
9
Convite do Governo português ao secretário-geral da ONU, U'Thant, para visitar Angola e Moçambique
11
Resolução do Conselho de Segurança da ONU, a confirmar o conceito de autodeterminação da Declaração Anticolonialista e a deplorar a inobservância da resolução de 31 de Julho de 1963





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